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É O OTIMISMO QUE FAZ O BESOURO VOAR! 29/01 às 20h

R$ 60,00

“É O OTIMISMO QUE FAZ O BESOURO VOAR! ”
Monólogo sobre otimismo realista – Apresentado com o talento e a comicidade do veterano DAVID PINHEIRO.
O STAND UP – espetáculo, palestra motivacional dramatizada, tem sido considerado como uma aula de otimismo, de filosofia, de perseverança, de história e de atuação, além de ser muito divertido!
Temporada em janeiro de 2026, às quintas-feiras, às 20h, na CIA DE TEATRO COMTEMPORÂNEO, rua Conde de Irajá, 253, botafogo.
mande um zap!
Com uma trilha sonora extremamente potente, pontuando e ilustrando sonoramente as falas do nosso comediante, consagrado nas telas e nos palcos, que no auge de seus 75 anos está atuando em pleno vigor e disposição.
Na intenção de poder acontecer em qualquer lugar, temos a sugestão de Iluminação básica e cenário minimalista, como em uma palestra, uma conversa com o espectador.
Celebramos o respeito à diversidade de forma descontraída, integrando faixas etárias e contextos sociais distintos, para a construção de uma cultura de paz.
 É um espetáculo para toda a família, e que tem a relevância de sua própria natureza artística, trazendo para a cena a mais singela das manifestações culturais: a palavra como forma de expressão.
O Ator convida o público a participar e garante levar a todos a mensagem de força, alegria e superação.
Comunica-se diretamente com o público em linguagem direta, participando das questões universais e particulares, abrindo um espaço para a reflexão, o diálogo e a participação; leva ao foco dos olhares e aos corações dos espectadores, o pensamento, a imagem e o conteúdo da instituição que nos acolhe, na intimidade da interação lúdica do jogo teatral.
Preserva, resgata, transmite e conserva uma das mais importantes parcelas da nossa memória, os ditos populares, os provérbios, os adágios e as frases de efeito, que consolidam a identidade cultural brasileira. Nessa área o Barão de Itararé foi um mestre, incorporando ditos populares à sua obra (e também os subvertendo…)
Pode ser apresentado em evento institucionais, para grupos de executivos, para estudantes do ensino médio e universitários, e, claro, para o público amante do teatro!
Nosso desejo é proporcionar o acesso a mensagem de otimismo do Barão a um público amplo, diversificado e além do limitado circuito cultural.
Com textos inteligentes e descontraídos, faz com que o espectador reflita e tenha estímulo para melhorar seu dia a dia e retratando as crônicas do Barão de Itararé, escritos no Diário de Notícias, no Rio entre 38 e 45, período da Segunda Guerra Mundial.
 Como na época, propomos transmitir esperança e vontade de lutar por um mundo melhor, mais justo, mais harmônico e tolerante.
Enfrentando os inimigos do otimismo: falta de dinheiro, ansiedade, desânimo, doença, intolerância e até a morte. Não escondendo os problemas da vida, mas ensina-nos como superá-los através da esperança, de acreditar que amanhã pode ser um dia melhor, de viver o presente e de superar as dificuldades com perseverança, trabalho e luta.
Estimulamos com esse texto o conhecimento, desenvolvimento e aprofundamento artístico, filosófico e cultural com o objetivo de incentivo para a iniciação e o conhecimento de textos clássicos, inclusive onde pode haver significativa vulnerabilidade social e ou cultural.
Debatendo sobre realização existencial que desconhece limites, leis ou ordens, além das suas próprias, vem problematizar alguns campos onde é dada a banalização da vida humana. O Barão, assim como Ivan Jaf, aborda maneiras inovadoras, singelas e casuais, associando a profundidade filosófica ao humor. É a partir dessa filosofia e desse humor, sem evitar os temas espinhosos, que pretendemos administrar uma dose eficaz de energia e superação em cada espectador, para que ele saia fortalecido, mais leve e vacinado contra os atuais males da alma: a ansiedade, desesperança e medo do futuro.
No período em que essas crônicas foram escritas o mundo, e o Barão, estavam vivendo grandes tragédias.
Segunda Guerra Mundial. Da invasão da Polônia pela Alemanha nazista em 1939 à vitória dos Aliados em 1945, os jornais estampavam uma sequência de horrores inimagináveis.
Enquanto isso, a vida do Barão também era uma sucessão de desgraças. Solto no Natal de 1936 depois de um ano preso pela polícia de Getúlio Vargas, em 1937 assiste a implantação do Estado Novo. No mesmo ano, fecham seu jornal, A manhã. Em 1938 se apaixona, tem mais um filho, mas a mulher morre de leucemia. Em 1939 a Rússia comunista, por cujo ideal lutara e fora preso várias vezes, faz acordo com os nazistas e ele vê nos jornais fotos de suásticas enfeitando as ruas de Moscou. Em 1940 seu pai morre. Em 1944, morre a filha.
Primeira página do Diário de Notícias: de um lado uma tragédia diária, cada vez mais brutal e sanguinária; do outro o Barão pregando o otimismo, com seu característico humor nonsense. Não um otimismo ilusório, falso, irrealista, até impossível naqueles tempos, mas um otimismo realista.
As primeiras páginas dos jornais exibiam fotos e textos de tragédias inomináveis, e a humanidade parecia se dirigir para o autoextermínio. Porém no Diário de Notícias, ao lado do final dos tempos, o leitor encontrava uma coluna diária que tinha como assunto recorrente o oposto: o otimismo.
Como mensagem, divulgar o otimismo realista por si só se justifica, e se integra a uma corrente maior de pensamento, propagada nos últimos tempos por nomes como Leandro Karnal, Mário Sérgio Cortela, Ômar Souki, Lauro Trevisan entre outros.
“Otimismo Realista” é um conceito conhecido na área motivacional.
 Há muitos livros, sites, escolas e palestrantes. Entre todos esses, acreditamos que o Barão aborda o otimismo de uma maneira inovadora, associando a profundidade filosófica ao humor.
É a partir dessa filosofia e desse humor, sem evitar os temas espinhosos, que nosso projeto pretende administrar uma dose eficaz de energia e superação em cada espectador, para que ele saia vacinado contra os atuais males da alma: a ansiedade, desesperança e medo do futuro.
FICHA TÉCNICA:
Título da peça: “É O OTIMISMO QUE FAZ O BESOURO VOAR!”
Dramaturgo: IVAN JAF, a partir da obra jornalística do BARÃO DE ITARARÉ
Ator: David Pinheiro
Dir. Artística: Maria Rita Rezende
Ass. Produção: Karina Diniz
Preparação Corporal: Jean Marie Dubrul
Designer de luz e som: João de Carvalho
Programação Visual: Márcio Guth
Quando necessário – Tradutor Libras: Felipe Oliveira Silva
Produção:  SAMBARI Produções.